Notícia publicada no Portal Universia, que mostra como o curso tem matérias diversificadas, permitem ao futuro profissional uma graduação que atende às necessidades atuais do mercado de trabaho.
Engenharia de Produção
Engenharia de Produção
Graças ao perfil multidisciplinar, a Engenharia de Produção tem conquistado espaço no mercado de trabalho. Conheça as opiniões de um vestibulando, um graduando e um profissional da área.
Publicado em 22/11/2005 - 00:01
Qualidade, eficiência, preço competitivo, clientela fiel e, principalmente, lucro são metas almejadas e perseguidas por empresas e prestadores de serviços do mundo contemporâneo. A necessidade de respostas rápidas às exigências dos mercados cada vez mais concorridos tem sido responsável pela crescente procura de engenheiros de produção.
Este profissional é capacitado para atuar na organização, controle e aumento da eficiência e da qualidade dos processos. Assim como nas demais Engenharias, o engenheiro de produção projeta, implanta, melhora e mantém sistemas - neste caso, produtivos. No entanto, segundo o diretor administrativo da Abepro (Associação Brasileira de Engenharia de Produção) e professor da UFF (Universidade Federal Fluminense), Osvaldo Quelhas, a diferença está na abordagem sistêmica.
"A Engenharia de Produção lida com sistemas integrados de homens, equipamentos e materiais, agregando todas as áreas envolvidas na gestão de uma empresa", explica Quelhas. "Além disso , é, sem dúvida, a menos tecnológica e a mais abrangente, englobando um conjunto maior de conhecimentos e habilidades. É uma combinação da Engenharia com a Administração".
A formação eclética dos engenheiros de produção favorece sua colocação no mercado de trabalho. Diferente do que se pensa, o profissional não atua somente no chão de fábrica. "Além das indústrias e de serviços, esses profissionais podem, ainda, desempenhar atividades na administração pública e na análise de investimentos", assegura Quelhas. "A atuação não se restringem às áreas de produção e logística, engloba também os setores de operações, marketing e finanças", completa.
Considerando a situação atual de retração do mercado de Engenharia no Brasil, o mercado de produção desfruta de boa condição. O vice-presidente do Grupo Prime, empresa voltada a recursos humanos, consultoria e recolocação de profissionais, Fernando Possari, afirma que a maioria dos engenheiros de produção vem conseguindo boas colocações no mercado principalmente em função do perfil. "Um profissional com uma sólida formação técnica e com visão geral suficiente para encarar os problemas de maneira global", define.
Segundo o consultor, o mercado é mais promissor nas regiões Sul e Sudeste. "Principalmente, na região metropolitana de São Paulo, onde se encontram os melhores postos de trabalho. Mas a mais promissora certamente é a grande Campinas, além de Jundiaí e do Sul do país", garante. "Mas, em geral, é um setor bastante positivo no momento", conclui.
Segundo levantamento feito pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), existem, atualmente, 50 cursos de Engenharia de Produção no Brasil. O total de matrículas anuais é de 8.703, contrapondo-se ao número de concluintes, 4.103. "A demanda por esses profissionais é cada vez maior, conseqüentemente as ofertas de cursos estão aumentando. Mas é preciso destacar que a procura e a concorrência acompanham esse crescimento", diz o professor da UFF.
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Este profissional é capacitado para atuar na organização, controle e aumento da eficiência e da qualidade dos processos. Assim como nas demais Engenharias, o engenheiro de produção projeta, implanta, melhora e mantém sistemas - neste caso, produtivos. No entanto, segundo o diretor administrativo da Abepro (Associação Brasileira de Engenharia de Produção) e professor da UFF (Universidade Federal Fluminense), Osvaldo Quelhas, a diferença está na abordagem sistêmica.
"A Engenharia de Produção lida com sistemas integrados de homens, equipamentos e materiais, agregando todas as áreas envolvidas na gestão de uma empresa", explica Quelhas. "Além disso , é, sem dúvida, a menos tecnológica e a mais abrangente, englobando um conjunto maior de conhecimentos e habilidades. É uma combinação da Engenharia com a Administração".
A formação eclética dos engenheiros de produção favorece sua colocação no mercado de trabalho. Diferente do que se pensa, o profissional não atua somente no chão de fábrica. "Além das indústrias e de serviços, esses profissionais podem, ainda, desempenhar atividades na administração pública e na análise de investimentos", assegura Quelhas. "A atuação não se restringem às áreas de produção e logística, engloba também os setores de operações, marketing e finanças", completa.
Considerando a situação atual de retração do mercado de Engenharia no Brasil, o mercado de produção desfruta de boa condição. O vice-presidente do Grupo Prime, empresa voltada a recursos humanos, consultoria e recolocação de profissionais, Fernando Possari, afirma que a maioria dos engenheiros de produção vem conseguindo boas colocações no mercado principalmente em função do perfil. "Um profissional com uma sólida formação técnica e com visão geral suficiente para encarar os problemas de maneira global", define.
Segundo o consultor, o mercado é mais promissor nas regiões Sul e Sudeste. "Principalmente, na região metropolitana de São Paulo, onde se encontram os melhores postos de trabalho. Mas a mais promissora certamente é a grande Campinas, além de Jundiaí e do Sul do país", garante. "Mas, em geral, é um setor bastante positivo no momento", conclui.
Segundo levantamento feito pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), existem, atualmente, 50 cursos de Engenharia de Produção no Brasil. O total de matrículas anuais é de 8.703, contrapondo-se ao número de concluintes, 4.103. "A demanda por esses profissionais é cada vez maior, conseqüentemente as ofertas de cursos estão aumentando. Mas é preciso destacar que a procura e a concorrência acompanham esse crescimento", diz o professor da UFF.
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