sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Nota de opinião sobre o tema: Os diversos campos de atuação do Engenheiro de Produção.
Nota de opinião sobre o tema: Os diversos campos de atuação do Engenheiro de Produção
O Engenheiro de Produção tanto no âmbito industrial quanto no de serviços, é o profissional do momento, preparado para o futuro, buscando soluções e revelando competências nas áreas de atuações. Como visto nesse blog e em diversas reportagens sobre o assunto, o curso vem sedo destacando principalmente por suas disciplinas mesclarem áreas exatas e humanas criando uma nova profissão adequada às exigências do mercado.
VI ENCONTRO MINEIRO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
TRABALHOS TÉCNICOS
DATA LIMITE ENVIO DO TRABALHO PARA AVALIAÇÃO: 02 MARÇO
RESULTADO AVALIAÇÃO: 05 ABRIL
DATA LIMITE ENVIO DO TRABALHO COMPLETO APROVADO PARA PUBLICAÇÃO: 12 ABRIL
DATA LIMITE INSCRIÇÃO DE AUTORES NO EVENTO (VALIDAÇÃO P/ PUBLICAÇÃO NO CD): 14 ABRIL
PROGRAMAÇÃO APRESENTAÇÃO ORAL E POSTER: 25 ABRIL
INSCRIÇÕES NO EMEPRO
DATA LIMITE INSCRIÇÃO DE AUTORES NO EVENTO
(validação publicação CD): 14 ABRIL
DATA LIMITE INSCRIÇÃO ANTECIPADA
(após essa data somente no local c/ acréscimo): 24 ABRIL
DATA LIMITE ENVIO DO TRABALHO PARA AVALIAÇÃO: 02 MARÇO
RESULTADO AVALIAÇÃO: 05 ABRIL
DATA LIMITE ENVIO DO TRABALHO COMPLETO APROVADO PARA PUBLICAÇÃO: 12 ABRIL
DATA LIMITE INSCRIÇÃO DE AUTORES NO EVENTO (VALIDAÇÃO P/ PUBLICAÇÃO NO CD): 14 ABRIL
PROGRAMAÇÃO APRESENTAÇÃO ORAL E POSTER: 25 ABRIL
INSCRIÇÕES NO EMEPRO
DATA LIMITE INSCRIÇÃO DE AUTORES NO EVENTO
(validação publicação CD): 14 ABRIL
DATA LIMITE INSCRIÇÃO ANTECIPADA
(após essa data somente no local c/ acréscimo): 24 ABRIL
Entre todas as especialidades da engenharia, a de produção é a mais requisitada pelo mercado.
Notícia publicada no Portal Universia, onde mostra a importância do curso de Engenharia de Produção e Engenharia de Produção Mecânica para o mercado e como os profissionais estão sendo bem aceitos e procurados pelas empresas.
Engenharia de Produção
Entre todas as especialidades da engenharia, a de produção é a mais requisitada pelo mercado.
Publicado em 30/09/2004 - 02:00
O engenheiro de produção atua, sobretudo, no planejamento e na organização da produção. Seu objetivo é otimizar a produtividade e melhorar a qualidade dos produtos e serviços oferecidos. "Entre todas as especialidades da engenharia, esta talvez seja a mais requisitada", comenta o coordenador do curso de Engenharia de Produção da Faculdade de Engenharia da UNESP, campus de Bauru, José de Souza Rodrigues. "E não é para menos: esse profissional é capaz de redimensionar e integrar recursos físicos, humanos e financeiros."
O coordenador do curso de Engenharia de Produção Mecânica da Faculdade de Engenharia da UNESP, campus de Guaratinguetá, Maurício Delamaro, concorda com o colega de Bauru e acrescenta: "Ele tem sido procurado por muitas indústrias, inclusive para ocupar funções que tradicionalmente eram reservadas a outras carreiras, como administrador e economista".
Essa polivalência ocorre porque a formação do engenheiro de produção mecânica reúne numerosas disciplinas, de gestão, administração, economia, psicologia aplicada ao trabalho e legislação a conhecimentos de áreas das ciências exatas que embasam a engenharia. "O engenheiro de produção é um profissional fundamental para que a empresa consiga uma diferenciação em seu posicionamento estratégico no mercado", afirma Rodrigues.
O mercado exige do profissional a capacidade de projetar e analisar processos produtivos. Isso significa saber ordenar seqüências de atividades, fazer pesquisa de campo e ter habilidade para entrevistar pessoas e obter as informações de que se necessita. "Conhecer métodos de avaliação e controle de processos organizacionais e ter sólidos conhecimentos na área de gestão também é fundamental", enfatiza o coordenador do curso de Bauru.
O desenvolvimento de sistemas produtivos de qualidade exige do engenheiro de produção criatividade e capacidade de abstração. Outros atributos são o talento para formular adequadamente um problema - primeiro passo para solucioná-lo -, capacidade de trabalhar em equipe e boa cultura geral. "O engenheiro de produção não é um administrador. Ele tem sólida formação em engenharia, aprofundando-se em matemática, física e computação, ferramentas indispensáveis para a resolução de problemas", comenta Delamaro.
Com essa formação a um só tempo eclética e aprofundada, os engenheiros de produção não têm tido dificuldades para se colocar no mercado de trabalho. Eles são igualmente bem-vindos em empresas das mais diferentes naturezas, como indústrias manufatureiras ou jornalísticas, no setor turístico ou em bancos de desenvolvimento. "Os principais postos de trabalho estão na região Sudeste, especialmente no Vale do Paraíba, Rio de Janeiro e São Paulo, mas há possibilidades de boas colocações também nos demais Estados do Brasil", conclui Rodrigues.
Fonte: Guia de Profissões 2005 - Assessoria de Comunicação e Imprensa da UNESP
Clique aqui para ler a notícia no Portal Universia.
Engenharia de Produção
Entre todas as especialidades da engenharia, a de produção é a mais requisitada pelo mercado.
Publicado em 30/09/2004 - 02:00
O engenheiro de produção atua, sobretudo, no planejamento e na organização da produção. Seu objetivo é otimizar a produtividade e melhorar a qualidade dos produtos e serviços oferecidos. "Entre todas as especialidades da engenharia, esta talvez seja a mais requisitada", comenta o coordenador do curso de Engenharia de Produção da Faculdade de Engenharia da UNESP, campus de Bauru, José de Souza Rodrigues. "E não é para menos: esse profissional é capaz de redimensionar e integrar recursos físicos, humanos e financeiros."
O coordenador do curso de Engenharia de Produção Mecânica da Faculdade de Engenharia da UNESP, campus de Guaratinguetá, Maurício Delamaro, concorda com o colega de Bauru e acrescenta: "Ele tem sido procurado por muitas indústrias, inclusive para ocupar funções que tradicionalmente eram reservadas a outras carreiras, como administrador e economista".
Essa polivalência ocorre porque a formação do engenheiro de produção mecânica reúne numerosas disciplinas, de gestão, administração, economia, psicologia aplicada ao trabalho e legislação a conhecimentos de áreas das ciências exatas que embasam a engenharia. "O engenheiro de produção é um profissional fundamental para que a empresa consiga uma diferenciação em seu posicionamento estratégico no mercado", afirma Rodrigues.
O mercado exige do profissional a capacidade de projetar e analisar processos produtivos. Isso significa saber ordenar seqüências de atividades, fazer pesquisa de campo e ter habilidade para entrevistar pessoas e obter as informações de que se necessita. "Conhecer métodos de avaliação e controle de processos organizacionais e ter sólidos conhecimentos na área de gestão também é fundamental", enfatiza o coordenador do curso de Bauru.
O desenvolvimento de sistemas produtivos de qualidade exige do engenheiro de produção criatividade e capacidade de abstração. Outros atributos são o talento para formular adequadamente um problema - primeiro passo para solucioná-lo -, capacidade de trabalhar em equipe e boa cultura geral. "O engenheiro de produção não é um administrador. Ele tem sólida formação em engenharia, aprofundando-se em matemática, física e computação, ferramentas indispensáveis para a resolução de problemas", comenta Delamaro.
Com essa formação a um só tempo eclética e aprofundada, os engenheiros de produção não têm tido dificuldades para se colocar no mercado de trabalho. Eles são igualmente bem-vindos em empresas das mais diferentes naturezas, como indústrias manufatureiras ou jornalísticas, no setor turístico ou em bancos de desenvolvimento. "Os principais postos de trabalho estão na região Sudeste, especialmente no Vale do Paraíba, Rio de Janeiro e São Paulo, mas há possibilidades de boas colocações também nos demais Estados do Brasil", conclui Rodrigues.
Fonte: Guia de Profissões 2005 - Assessoria de Comunicação e Imprensa da UNESP
Clique aqui para ler a notícia no Portal Universia.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Mercado de trabalho tem diversas áreas de atuação.
Notícia publicada no Portal G1, que mais uma vez mostra a importância da mescla do curso com disciplinas exatas e humanas na formação de um profissional com habilidades múltiplas.
02/01/2007 - 14h56m - Atualizado em 04/01/2007 - 11h39m
FORMAÇÃO É AMPLA E MESCLA DISCIPLINAS DE EXATAS E HUMANAS
O curso conta com matérias como física e administração.
Mercado de trabalho tem diversas áreas de atuação.
Um engenheiro de produção projeta e gerencia sistemas que envolvam pessoas, materiais, equipamentos e o meio ambiente. Cabe a ele planejar e coordenar as atividades básicas de uma empresa como compras, produção e distribuição de produtos, além de promover a melhoria da eficiência.
A professora Danielle Dias, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, define o profissional como um gestor que usa seus conhecimentos de engenharia para tomar decisões. “Somos diferentes dos administradores. Eles fazem planos de negócio, lidam com marketing. Nós temos condições de atuar em problemas ligados à produção como redução de desperdício, por exemplo”, cita ela. A graduação da UFV ficou entre as melhores na avaliação do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade).
Mercado
Por ter uma formação diversificada, o profissional pode atuar em diversas áreas desde de indústrias, setor ambiental, financeiras, segurança do trabalho e até mesmo a área governamental. “Como é uma graduação generalista, há mais possibilidades no mercado de trabalho. É uma das engenharias que mais emprega”, afirma Osvaldo Quelhas, presidente da Associação Brasileira de Engenharia de Produção (Abepro) e professor do curso da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Segundo especialistas da área, para se dar bem na profissão, a pessoa deve ter um bom raciocínio lógico, ser ágil, dinâmica, flexível, gostar de trabalhar em equipe, se relacionar bem com vários setores da empresa e saber analisar situações e tomar decisões.
A Abepro estima cerca de 7.000 profissionais no Brasil. Não há dados sobre faixa salarial específica do engenheiro de produção. Segundo o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), a remuneração mínima dos engenheiros em geral é de seis salários mínimos (R$2.100, atualmente) para seis horas de trabalho.
Curso
A maioria dos cursos do país dura cinco anos. Nos primeiros períodos, os estudantes têm aulas de disciplinas básicas como matemática, física, química, português e economia. No ciclo profissional, há aulas de matérias de engenharia e de administração como logística, sistemas de produção, engenharia e segurança do trabalho, entre outras.
Algumas faculdades dão ênfase à prática durante toda a formação como é o caso da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no interior de São Paulo, onde alunos do terceiro ano podem participar de projetos de consultoria desenvolvidos por professores para empresas de diversas áreas. Há ainda a possibilidade de fazer estágios de férias.
No fim da graduação, o estudante tem que fazer um estágio obrigatório e também um trabalho de conclusão de curso (TCC), segundo as normas do Ministério da Educação (MEC).
Clique aqui para ler a notícia no Portal G1.
Graças ao perfil multidisciplinar, a Engenharia de Produção tem conquistado espaço no mercado de trabalho.
Notícia publicada no Portal Universia, que mostra como o curso tem matérias diversificadas, permitem ao futuro profissional uma graduação que atende às necessidades atuais do mercado de trabaho.
Engenharia de Produção
Engenharia de Produção
Graças ao perfil multidisciplinar, a Engenharia de Produção tem conquistado espaço no mercado de trabalho. Conheça as opiniões de um vestibulando, um graduando e um profissional da área.
Publicado em 22/11/2005 - 00:01
Qualidade, eficiência, preço competitivo, clientela fiel e, principalmente, lucro são metas almejadas e perseguidas por empresas e prestadores de serviços do mundo contemporâneo. A necessidade de respostas rápidas às exigências dos mercados cada vez mais concorridos tem sido responsável pela crescente procura de engenheiros de produção.
Este profissional é capacitado para atuar na organização, controle e aumento da eficiência e da qualidade dos processos. Assim como nas demais Engenharias, o engenheiro de produção projeta, implanta, melhora e mantém sistemas - neste caso, produtivos. No entanto, segundo o diretor administrativo da Abepro (Associação Brasileira de Engenharia de Produção) e professor da UFF (Universidade Federal Fluminense), Osvaldo Quelhas, a diferença está na abordagem sistêmica.
"A Engenharia de Produção lida com sistemas integrados de homens, equipamentos e materiais, agregando todas as áreas envolvidas na gestão de uma empresa", explica Quelhas. "Além disso , é, sem dúvida, a menos tecnológica e a mais abrangente, englobando um conjunto maior de conhecimentos e habilidades. É uma combinação da Engenharia com a Administração".
A formação eclética dos engenheiros de produção favorece sua colocação no mercado de trabalho. Diferente do que se pensa, o profissional não atua somente no chão de fábrica. "Além das indústrias e de serviços, esses profissionais podem, ainda, desempenhar atividades na administração pública e na análise de investimentos", assegura Quelhas. "A atuação não se restringem às áreas de produção e logística, engloba também os setores de operações, marketing e finanças", completa.
Considerando a situação atual de retração do mercado de Engenharia no Brasil, o mercado de produção desfruta de boa condição. O vice-presidente do Grupo Prime, empresa voltada a recursos humanos, consultoria e recolocação de profissionais, Fernando Possari, afirma que a maioria dos engenheiros de produção vem conseguindo boas colocações no mercado principalmente em função do perfil. "Um profissional com uma sólida formação técnica e com visão geral suficiente para encarar os problemas de maneira global", define.
Segundo o consultor, o mercado é mais promissor nas regiões Sul e Sudeste. "Principalmente, na região metropolitana de São Paulo, onde se encontram os melhores postos de trabalho. Mas a mais promissora certamente é a grande Campinas, além de Jundiaí e do Sul do país", garante. "Mas, em geral, é um setor bastante positivo no momento", conclui.
Segundo levantamento feito pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), existem, atualmente, 50 cursos de Engenharia de Produção no Brasil. O total de matrículas anuais é de 8.703, contrapondo-se ao número de concluintes, 4.103. "A demanda por esses profissionais é cada vez maior, conseqüentemente as ofertas de cursos estão aumentando. Mas é preciso destacar que a procura e a concorrência acompanham esse crescimento", diz o professor da UFF.
Clique aqui para ler a matéria no Portal Universia.
Este profissional é capacitado para atuar na organização, controle e aumento da eficiência e da qualidade dos processos. Assim como nas demais Engenharias, o engenheiro de produção projeta, implanta, melhora e mantém sistemas - neste caso, produtivos. No entanto, segundo o diretor administrativo da Abepro (Associação Brasileira de Engenharia de Produção) e professor da UFF (Universidade Federal Fluminense), Osvaldo Quelhas, a diferença está na abordagem sistêmica.
"A Engenharia de Produção lida com sistemas integrados de homens, equipamentos e materiais, agregando todas as áreas envolvidas na gestão de uma empresa", explica Quelhas. "Além disso , é, sem dúvida, a menos tecnológica e a mais abrangente, englobando um conjunto maior de conhecimentos e habilidades. É uma combinação da Engenharia com a Administração".
A formação eclética dos engenheiros de produção favorece sua colocação no mercado de trabalho. Diferente do que se pensa, o profissional não atua somente no chão de fábrica. "Além das indústrias e de serviços, esses profissionais podem, ainda, desempenhar atividades na administração pública e na análise de investimentos", assegura Quelhas. "A atuação não se restringem às áreas de produção e logística, engloba também os setores de operações, marketing e finanças", completa.
Considerando a situação atual de retração do mercado de Engenharia no Brasil, o mercado de produção desfruta de boa condição. O vice-presidente do Grupo Prime, empresa voltada a recursos humanos, consultoria e recolocação de profissionais, Fernando Possari, afirma que a maioria dos engenheiros de produção vem conseguindo boas colocações no mercado principalmente em função do perfil. "Um profissional com uma sólida formação técnica e com visão geral suficiente para encarar os problemas de maneira global", define.
Segundo o consultor, o mercado é mais promissor nas regiões Sul e Sudeste. "Principalmente, na região metropolitana de São Paulo, onde se encontram os melhores postos de trabalho. Mas a mais promissora certamente é a grande Campinas, além de Jundiaí e do Sul do país", garante. "Mas, em geral, é um setor bastante positivo no momento", conclui.
Segundo levantamento feito pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), existem, atualmente, 50 cursos de Engenharia de Produção no Brasil. O total de matrículas anuais é de 8.703, contrapondo-se ao número de concluintes, 4.103. "A demanda por esses profissionais é cada vez maior, conseqüentemente as ofertas de cursos estão aumentando. Mas é preciso destacar que a procura e a concorrência acompanham esse crescimento", diz o professor da UFF.
Depoimento em vídeo com apresentação escrita.
Paulo e Bruno, estudantes do 3º ano de Engenharia de Produção em Bauru/SP apresentam o Campus da Unesp e o curso que prepara você para planejar e coordenar empresas do ramo comercial e industrial.
Comentário sobre o tema:
O curso de Engenharia de produção vem se destacando entre as engenhariaspor oferecer um grande diferencial no que diz respeito às áreas de atuação das outras engenharias. O profissional possui um vasto leque de opções no mercado de trabalho. É um curso que visa pessoas com espírito de liderança, além de oferecer amplas possibilidades de crescimento profissional.
Comentário sobre o tema:
O curso de Engenharia de produção vem se destacando entre as engenhariaspor oferecer um grande diferencial no que diz respeito às áreas de atuação das outras engenharias. O profissional possui um vasto leque de opções no mercado de trabalho. É um curso que visa pessoas com espírito de liderança, além de oferecer amplas possibilidades de crescimento profissional.
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